SEM GLÚTEN.

Todos os nossos produtos, inclusive a linha com chocolate, não contém glúten. Mas, qual é a importância dessa informação?

Para as pessoas saudáveis, o glúten não faz mal à saúde. Quando consumido de maneira correta e equilibrada, o glúten, ao chegar ao intestino delgado, ajuda na proliferação e renovação das bactérias “do bem”, que auxiliam na digestão alimentar.

Mas, existem três condições em que o glúten precisa ser cortado da dieta: doença celíaca, alergia ao trigo e sensibilidade ao glúten. A doença celíaca e a alergia ao trigo são doenças autoimunes. Ou seja, quando o sistema imunológico produz anticorpos que atacam células saudáveis.


  • Doença celíaca: as proteínas que compõem o glúten atacam e destroem as células que revestem o intestino delgado. Isso diminui a absorção de nutrientes e pode provocar diarreia crônica, distensão abdominal, inchaço e perda de peso, anemia, distúrbios neurológicos e osteoporose.

  • Alergia ao trigo: como em outras alergias alimentares, os sintomas aparecem de forma mais instantânea, podendo variar de tosse, inchaço, vermelhidão, perda de ar, diarreia, desmaio, até anafilaxia, que é a manifestação alérgica mais grave e pode levar à morte.

  • Sensibilidade ao glúten: os sintomas podem ser diarreia, gases, desconforto abdominal, dor de cabeça, sonolência, porém não há relação com anticorpos ou comprometimento das paredes do intestino. As causas da sensibilidade ao glúten ainda são tema de debate entre pesquisadores.

É por essas doenças que a indústria alimentícia precisa sinalizar “contém glúten” ou “pode conter glúten” nas embalagens de produtos.


Fontes: pfizer.com.br e unimed.coop.br

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